sexta-feira, 27 de maio de 2016

7 lugares românticos em São Paulo perfeitos para ir a dois

7 lugares românticos em São Paulo perfeitos para ir a dois

Confira um roteiro para curtir com a pessoa amada na capital






JÁ te ensinamos por aqui a impressionar no primeiro encontro, agora é a vez de você investir no seu relacionamento com programas perfeitos em São Paulo para fazer a dois . Até o clássico cineminha + restaurante pode ser uma ótima pedida se você escolher os lugares certos. Mas também tem opção para quem quer fugir do óbvio.
Se você quer conhecer novos lugares incríveis na cidade para levar alguém especial, confira abaixo dicas infalíveis, de jantar romântico a pôr do sol!

Confira

Terraço Itália

Um dos restaurantes mais famosos de São Paulo, também é um clássico entre os românticos de plantão. Apesar do cardápio requintado e do atendimento impecável, a grande atração do restaurante é a vista. Por estar instalado do 41º andar do Edifício Itália, o local permite uma visão panorâmica da metrópole paulistana.
Terraço Itália

Endereço: Avenida Ipiranga, 344, 42º andar

Telefone: (11) 2189-2929

Praça Pôr do Sol

Poucas coisas são mais românticas do que um pôr do sol. Se você acha que não é possível ter uma bela visão deste fenômeno em meio aos prédios da selva paulistana, é porque não conhece a Praça Pôr do Sol. Localizada no alto do Pinheiros, a praça é bem arborizada e oferece um ambiente agradável para sentar, conversar e admirar a vista a dois.
Praça do Pôr do Sol

Endereço: Rua Desembargador Ferreira França, s/nº

Era uma vez um chalezinho

O Era uma vez um chalezinho é nada mais nada menos do que um dos lugares mais românticos e saborosos de São Paulo. Se você for fazer o seu primeiro encontro durante o inverno ou em uma noite fria, não pense duas vezes. A principal atração do restaurante é o rodízio de fondues. É possível escolher entre uma opção salgada e uma doce. Dentre elas estão fondues de carne, aves, queijos, nutella, chocolate suíço e muito mais. O ambiente aconchegante colabora ainda mais para uma noite agradável que tem tudo para acabar bem.
Era uma Vez um Chalezinho

Endereço: Rua Itapimirum, 11

Telefone: (11) 3501-9322

Cinemark da Cidade Jardim

Ir ao cinema já é o programa perfeito para casais cinéfilos, mas com cadeirinhas juntinhas é melhor ainda. As salas do Cinemark da Cidade Jardim oferecem poltronas de couro reclináveis, com uma boa distância entre a tela e a primeira fila e sala de espera exclusiva. No cardápio, pipoca aromatizada, petit gateau, pratos gourmet, vinhos e prosecco. Além disso, as poltronas são em dupla, para você ficar juntinho do seu amor.
Cinemark Cidade Jardim

Endereço: Avenida Magalhães de Castro, 12000, Shopping Cidade Jardim

Telefone: (11) 3552-1800

Rua Avanhandava

Localizada próximo à estação Anhangabaú do metrô, em uma travessa da Rua Augusta, a Rua Avanhandava é o lugar ideal para os amantes da culinária italiana. Mas não só isso, a rua por si só já é uma atração: toda decoradinha, com flores e postes de luz, dá até para se sentir em Paris. Revitalizada no ano de 2007, inspirada nas cidades europeias, passou por transformações como o seu estreitamento e chama atenção por abrigar vários restaurantes imperdíveis, todos da famosa família Mancini. Entre as opções gastronômicas: Restaurante Madreperola, Cantina Famiglia Mancini, Pizzaria Famiglia Mancini e Walter Mancini Ristorante.

Ruella Bistrô

Inaugurado em agosto de 2011 na região de Pinheiros, o Ruella tem ambiente composto por colorido jardim francês repleto de lavandas, alecrins, rosinhas, árvores frutíferas, romãs e oliveiras, cercando pérgolas com mesas, camas e sofás para receber os clientes. Os salões tem iluminação baixa, decoração exuberante e um quê de improviso. Toda esse ambiente favorece para o clima romântico do bistrô, tanto que ele é famoso por abrigar casamentos de casais apaixonados com uma decoração original e impecável. Na cozinha, pratos franceses de pegada

 moderna.Ruella Bistrô

Endereço: Rua João Cachoeira, 1507



Telefone: (11) 3842-7177

Jardim Botânico de São Paulo

Um passeio ao ar livre, um piquenique ou uma caminhadinha entre as flores. O Jardim Botânico é o espaço perfeito para curtir a natureza a dois e sair do caos da cidade. Em meio ao ar puro e 380 espécies de árvores espalhadas por 360 mil m² de mata atlântica, você poderá curtir um pouco de paz sem sair de São Paulo.


Lana Wachowski, diretora de 'Matrix', visita centro LGBT em São Paulo

Lana Wachowski, diretora de 'Matrix', visita centro LGBT em São Paulo

'Nome social é um direito', dizia; cineasta e irmã são transgênero. 
Ela está cidade para rodar cenas da segunda temporada da série 'Sense8'.


A cineasta americana Lana Wachowski – codiretora ao lado da irmã, Lilly Wachoski, da trilogia "Matrix" e da série "Sense8" – passou nesta sexta-feira (27) pelo Centro de Cidadania LGBT, no Largo do Arouche, em São Paulo.
Imagens da visita foram publicada no Twitter da Prefeitura de São Paulo.

Nas fotos, a diretora segura uma folha de papel onde está escrito "My name is LANA. Nome social é um direito". Ela está na cidade para rodar cenas da segunda temporada de "Sense8".
A cineasta se usa oficialmente o nome de Lana desde 2012, quando apareceu em vídeo para falar sobre a mudança de sexo. Transgênero desde o início dos anos 2000, ela antes assinava Larry Wachowski.
Já a irmã de Lana, Lilly Wachowski, anunciou em março deste ano que é uma mulher transgênero. Até então, ela assinava como Andy Wachowski.
As diretoras pararam de ser conhecidas como "os irmãos Wachowski" a partir do lançamento do filme "A viagem" (2012).

Justin Bieber enfrenta denúncia de cantora indie por 'Sorry'

Justin Bieber enfrenta denúncia de cantora indie por 'Sorry'

'Sorry' repete fragmento que é característico de 'Ring the Bell', diz denúncia.
Cantora de indie pop White Hinterland defende que deve receber pelo hit.


Uma cantora de indie pop apresentou um processo por violação de direitos autorais contra Justin Bieber, o qual acusa de se apropriar de um fragmento característico de uma de suas músicas que assegura que foi usado pela superestrela em seu sucesso "Sorry".
Casey Dienel - que utiliza o nome artístico de White Hinterland - defende que tem direito a receber dinheiro pela canção que se transformou em uma das músicas de mais sucesso de Bieber, desde seu lançamento em novembro passado.
Segundo a denúncia, "Sorry" repete várias vezes um fragmento, incluindo um riff vocal em sua abertura, que são características do tema "Ring the Bell", uma canção do terceiro álbum de White Hinterland, lançado em 2014.
"Um ouvinte leigo comum reconheceria no instante a amostra e a similaridade entre as canções", diz a denúncia apresentada nesta semana em uma corte federal em Nashville.
Dienel disse que tentou várias vezes entrar em contato com a equipe de Bieber, mas não obteve resposta.
Justin Bieber e membros de sua equipe ainda não fizeram comentários sobre a denúncia.
O processo também inclui os músicos que aparecem no álbum de Bieber como autores da canção, entre eles Skrillex, um importante produtor de música eletrônica.
O álbum "Purpose", onde aparece a canção "Sorry", tornou-se o terceiro álbum mais vendido nos Estados Unidos no ano passado.
O verso de "Sorry" que diz "Is it too late now to say I'm sorry?", foi interpretada entre os seguidores de Bieber como uma desculpa da jovem estrela por suas travessuras passadas e inclusive como uma mensagem a sua ex-namorada, a também cantora Selena Gómez.

Abri mão do meu país e de uma vida luxuosa para ter um filho!

Abri mão do meu país e de uma vida luxuosa para ter um filho!

Como sou homossexual e na França a barriga de aluguel é proibida, passei a viver no Brasil para realizar meu grande sonho



O francês Luc Bouveret abriu mão de uma vida de luxo e de uma carreira bem-sucedida como antiquário e decorador em Paris para realizar o sonho de ter um filho. Homossexual, recorreu à doação de óvulos e à barriga de aluguel para se tornar pai de Tancrède, desafiando as leis francesas, que criminalizam o procedimento. Com o companheiro, David, pai biológico de Elzear,  mudou-
se para o Brasil, onde passou a atuar como terapeuta. Em 2015, quando Tancrède adoeceu gravemente, Luc lançou um apelo pelas redes sociais para encontrar uma medula cem por cento compatível com o filho – e conseguiu o que parecia impossível. Confira alguns trechos de seu livro, O Homem que Deu à Luz – A Luta de um Pai para Gerar (e curar) seu Filho: 

Àquela altura, a vontade de ter um bebê se revelou incontornável. Já fazia tempo que eu queria gerar um filho, mas demorei a assumir tal desejo – e não pelo fato de ser homossexual. Sempre considerei que uma criança deve nascer de dois seres que se amam e crescer sob o abrigo desse amor. No entanto, depois de passar anos a fio observando ao redor, cheguei a uma triste conclusão: a porcentagem de meninos e meninas educados por pais que estão juntos é cada vez menor. Quantos pequenos não acabam dilacerados pelas separações conjugais? Quantos não ficam marcados para a vida toda pela ausência de um dos progenitores, ocupado demais ou que partiu antes da hora? Quantos não se encontram abandonados num pensionato ou orfanato? Quem são, afinal, esses casais que fazem sua prole pagar pela união fracassada? Li certa vez que, na França, onde eu vivia, só 12% dos pais casados chegavam juntos ao fim da vida. 

(...) Durante dez anos, pensei milhares de vezes no assunto: caso tivesse um bebê, será que conseguiria fazê-lo crescer rodeado de amor? Privá-lo disso significaria lhe impor uma pequena morte, sua primeira ferida, já tão brutal. Daí minha hesitação em assumir íntima e publicamente o desejo da paternidade.

Em agosto de 2003, firme em meu projeto, viajei para a Califórnia. Lá, diferentemente do ambiente de clandestinidade de Phoenix, tudo foi organizado de modo legal e oficial. Existiam agências para doadoras de óvulos e para barrigas de aluguel, assim como advogados especializados nesses procedimentos. Mesmo assim, foram necessários sete meses de trabalhos diários, em contato constante com órgãos governamentais, hospitais, médicos, laboratórios, agências, hotéis etc. Sete meses importantes para que meu bebê existisse em uma realidade tangível. Eu tinha consultado dezenas e dezenas de perfis de doadoras de óvulos em fichas minuciosamente preenchidas por profissionais. Era preciso escolher a mãe genética do meu bebê! Isso me parecia loucura. Era uma escolha quase impossível, e ainda assim fundamental.

Passei semanas consultando fotos, resultados de exames físicos, mentais e intelectuais, mais históricos médicos e biológicos remontando a três gerações. Páginas e páginas de dossiês intermináveis. A própria existência do meu filho tão esperado estava em compasso de espera devido à escolha subjetiva de uma mãe genética. Eu precisava impor critérios a mim mesmo ou não chegaria a lugar nenhum. A cor dos cabelos, a cor dos olhos, a altura, o peso, o QI, a personalidade: informações que me pareciam tão fúteis, mas que precisava levar em conta. Por eliminação, acabei escolhendo uma moça muito bonita. 

Aylin era piloto de caça da Marinha norte-americana. Tinha nascido nos Estados Unidos, filha de um casal de biólogos, imigrantes que vieram da Turquia na década de 60. Seu pai era alto, de rosto forte e quadrado, com olhos verdes. A mãe era de origem búlgara, com pele clara, olhos azuis – parecia uma atriz de cinema. Aquela mistura me agradava. Queria que meu filho fosse do Mundo, que se sentisse cidadão da Terra antes de tudo, sem distinção de cultura ou de raça. Aylin tinha algo muito envolvente, uma gentileza, uma potência de caráter evidente. Intuí tudo isso a partir de algumas fotos e frases de um questionário. (...) No dia em que ela doou os óvulos, cheguei logo depois dela ao laboratório – pelas regras, não poderíamos nos encontrar em hipótese nenhuma. Não pude deixar de questionar os funcionários a respeito de sua aparência. As respostas foram muito vagas, e a única palavra de que me lembro é “bonita”.
 
Depois disso, precisei escolher a outra fada, aquela que aceitaria carregar Tancrède, alimentá-lo em seu ventre e trazê-lo ao mundo. Uma fada que operasse milagres. Foi um encontro pacífico e simples. Tricia, uma dona de casa de San Diego, era maternal, amável, sensível, instintiva, protetora, aberta, generosa. Estava ansiosa para participar da nossa nova vida, a vida que eu viveria com Tancrède – ela era a chave dela, e também nos escolheu. Era bonita e tinha um imenso sorriso, que não abandonava seu rosto. Seu marido, um militar, participou do nosso primeiro encontro e era muito presente na vida da esposa. Percebi nela uma maneira muito particular de se comunicar com os filhos. Durante toda a gravidez, foi um enorme conforto saber que ela era boa com meu menininho.

Precisei de alguns segundos para me dar conta do que estava acontecendo. Meu bebê estava lá, finalmente... Tricia estava grávida! Abri os braços e levantei a cabeça para o céu. Gritei: “SIIIIIIM...!” Eu estava feliz, extasiado, porque tinha dividido minha vida: um ser novo estava para vir e eu nunca mais estaria sozinho. Eu me sentia um homem pela primeira vez, porque tinha sido capaz de dar a vida. A partir desse momento, passei a telefonar para Tricia duas ou três vezes por semana para saber se estava tudo bem. Esperava as fotos com impaciência. Tremia de alegria quando a correspondência chegava.
Já no processo de concepção de Tancrède, conheci João, um amor que teve papel fundamental na realização do meu desejo. Acredito firmemente que ele desembarcou na minha vida como um enviado do céu para fortalecer minha confiança e para me dizer que não perdesse a determinação. Eu escutava sua alma sussurrar para mim: “Escute seu coração incondicionalmente, como sempre fez; o importante é ter fé”. 

Aquele encontro me encheu de alegria, de esperança e também de desespero. Achei que nunca mais voltaria a vê-lo, pois morava em outro país, que à época me pareceu tão remoto – o Brasil. Daí a confiança para desvelar meu segredo. Falei a ele sobre Tancrède com emoção. Ele me ouviu com interesse e respondeu, cheio de doçura: “Se esse é mesmo o seu desejo, vá em frente e o realize! Ter filhos é a coisa mais linda do mundo”. Ele tinha dois. Seu coração havia falado. Nenhum julgamento, nenhum entusiasmo desmedido; ele foi verdadeiro em sua frase simples. Era óbvio que meu futuro não seria com ele; tudo nos separava. Mas, de alguma forma, sabia que aquela noite tinha contribuído para transformar minha existência, sem ter a menor ideia de como isso iria se dar.

Quarenta minutos depois, às 15h40, meu bebezinho apareceu, todo cor-de-rosa, no carrinho transparente empurrado por uma senhora. Tancrède tinha nascido às 15h20. Ele se contorcia, mas não chorava. Estava com os olhos fechados e era magnífico. Eu sorria, em êxtase. Meu olhar tinha se soldado a seu rosto. Uma lágrima deslizou tranquila pela minha bochecha. A senhora sugeriu que eu pegasse na mão dele: “Não, não quero estragá-lo, agora não...” Eu queria estar pronto para acariciá-lo. Queria que nosso primeiro contato físico fosse sagrado. Ela se afastou empurrando o berço transparente e desapareceu atrás de duas grandes portas automáticas.
A doença que quase matou meu menino

Os dias seguintes foram de pânico e incerteza. Perdi a conta de quantos exames Tancrède fez. Os médicos tinham dificuldade em definir a doença. O tempo todo a palavra leucemia pairava no ar. (...) A especialista prosseguiu na explicação: era uma doença tão rara em crianças que pouco se sabia sobre a melhor forma de tratá-la. Disse também que, se evoluísse para uma forma aguda da doença, o quadro ficaria ainda mais delicado. Qualquer que fosse o caso, era preciso achar rapidamente um doador de medula óssea. Sem isso, Tancrède morreria.

Como era possível EU SALVAR MEU FILHO? Eu não era médico, não era um santo que podia fazer milagres, não era Deus; então, quem eu era para salvar meu filho? Então procurei, procurei, mas não achava nenhuma solução. A única solução que encontrei nem era uma solução: PEDIR AJUDA. Pedir socorro a todos. Mas logo descobri que, sim(!), era essa a solução, porque foi assim que tudo começou e que o milagre aconteceu. (...) A alternativa mais abrangente me pareceu ser, desde o início, apelar às redes sociais e à mídia. E assim o movimento começou. Alertei os amigos, os clientes, os vizinhos, que por sua vez alertaram também os amigos, os vizinhos e todos ao redor. 

Mas foi dentro da escola do meu filho, graças a um grupo poderoso de mães, que o movimento se tornou mais ativo. Elas trabalharam incansavelmente para incentivar os cadastros de medula e as pesquisas. (...) Uma chama nasceu no coração de cada pessoa, criando um imenso fogo pleno de luz que alcançou o planeta inteiro. Uma corrente verdadeira que envolveu a todos que se somavam ao processo, criando uma frequência de cura! 


20ª Parada LGBT de SP acontece neste domingo na Av Paulista

20ª Parada LGBT de SP acontece neste domingo na Av Paulista

Concentração do evento acontece em frente ao MASP a partir das 10h.
Ao todo, 17 trios elétricos participarão do evento.


A 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo acontece neste domingo (29), na Avenida Paulista. O tema desta edição é "Lei de identidade de gênero, já! - Todas as pessoas juntas contra a Transfobia!”. A concentração do evento acontecerá em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) a partir das 10h.
Ao todo, 17 trios elétricos participarão do evento e trarão a bandeira T, em referência às mulheres transexuais, homens trans e travestis. Segundo a organização do evento, o objetivo é é fazer uma grande mobilização para que a “Lei de Identidade de Gênero”, seja aprovada.
Dezessete trios elétricos
Com apresentação da Drag Queen Tchaka, o primeiro trio da 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT sairá da Avenida Paulista às 12h; o último, às 16h. O trajeto dos trios será entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação. O último trio chega à Rua da Consolação às 18h. Ao final da Parada, na Praça Roosvelt, acontecerá a partir das 18h o Show de Encerramento da manifestação do orgulho LGBT.
Serão mais de 30 DJs, além das cantoras Analaia, Alinne Rosa, que virá no último trio da Paz, Pepê & Neném, Denis DJ (Apeosp), entre outras atrações.
Segurança e Atendimento Saúde
Oito ambulâncias de remoção, quatro postos médicos, 30 brigadistas, 200 seguranças, 180 cordeiros e 780 banheiros químicos cedidos pela Prefeitura acompanharão o evento. Policiais militares, policiais da delegacia de polícia de repressão aos crimes raciais e delitos de intolerância (Decradi), bombeiros civis, cordeiros para os trios também estarão presentes.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) ficará responsável pelas interdições das vias no entorno.
Serviço
20ª Edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo - Tema: “LEI DE IDENTIDADE DE GÊNERO, JÁ! – Todas as pessoas juntas contra a transfobia”
Horário: das 10h às 18h
Concentração: Em frente ao Masp, na Avenida Paulista – São Paulo/SP
Site da APOGLBT: http://www.paradasp.org.br

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Tinder tenta derrubar app rival que promove sexo a três

Tinder tenta derrubar app rival que promove sexo a três



Um aplicativo que promove sexo a três ou em grupo entrou na mira do “Tinder”, app de relacionamento mais famoso do mundo. O serviço famoso acusa o “3nder” de ter um nome tão similar ao seu que chega a confundir potenciais usuários. Iniciada no fim do ano passado com um pedido extrajudicial, a briga chegou aos tribunais europeus em maio.
A cruzada do Tinder só foi revelada pelo fundador do 3nder, Dimo Tifonoy, nesta segunda-feira (23). Começou antes, em dezembro de 2015, quando o serviço já conectava interessados em sexo para encher uma cama há quase dois anos.
No ano passado, a Match.com, dona do Tinder, enviou uma carta dando 29 dias para o app sair do ar. Do contrário, entraria com ações legais. Os advogados argumentaram que o Tinder é dono da marca desde 2012 e tem os direitos sobre ela em toda União Europeia, seus países membro e nas nações que assinaram acordos de proteção à propriedade intelectual com o bloco europeu. Acusaram o app de competição desleal por criar serviço semelhante e ainda adotar um nome parecido.
Com 'match' e 'trans'
De fato, o 3nder tem funcionamento semelhante. Para pretendentes entabularem uma conversa, tem de haver uma afeição mútua –o “match”. O nome, dependendo da forma de falar, também tem sonoridade similar.
Os pontos comuns param por aí, já que, no 3nder, é possível participar sozinho ou como casal. As possibilidades de filtro também são menos caretas que as do Tinder, pois permitem buscar por: a) mulher; b) homem; c) casal de homem e mulher; d) casal de homens; e) casal de mulheres; f) transexual, transgênero e travesti --os termos escritos aqui os usados no app.
Em sua carta de resposta, enviada em janeiro de 2016, Trifonoy pontuou outras diferenças: o nome do app é uma fusão de “Three” (três) e “Friender” (nome que conecta amigos). Por isso, a pronúncia correta, segundo ele, seria “Three-ender”, já que ele é búlgaro, e não “Thrinder”, como alegado pelo Tinder.
Sem romance
Ele negou ainda uma possível inspiração no Tinder, já que desenvolve o 3nder nos últimos três anos. Outro ponto que afasta os dois serviços são seus propósitos.
“O 3nder foi inspirado pelo meu desejo de prover a primeira plataforma genuinamente aberta para pessoas explorarem sua sexualidade longe das convencionais pressões sociais”, argumenta. Para caracterizar o Tinder, ele citou o trecho dos papéis de abertura de capital na Bolsa da Match.com. Nele, a empresa informa que seu serviço foi “desenhado para aumentar as chances do usuários de encontrar uma conexão romântica”.
A explicação de Trifonoy não foi aceita, e o Tinder enviou outra carta no começo de maio avisando que entrou com um processo no tribunal de marcas da UE. Na última segunda, o búlgaro respondeu que o serviço continuaria no ar e passou a avisar seus usuários da investida do primo rico. Também promoveu a campanha #SuckMySocksTinder (“chupe minhas meias, Tinder”). Antes que você imagine algum fetiche, a hashtag foi criada em referência às fotos dos usuários do app que, para preservar sua identidade, preferem mostrar os pés do que o rosto.

Testes da tecnologia, que também usará digitais, começam em setembro. Empresa tem acordo com Apple, Google, Microsoft, BlackBerry e Samsung.

MasterCard testará selfies no lugar de senhas para realizar compra online





A MasterCard vai testar um jeito diferente de aprovar compras online: saem as senhas numéricas, entram as... selfies. Os testes do novo programa começam em setembro, informou o líder de soluções inovadoras da empresa, Ajay Bhalla, ao site “CNN Money”.
“A nova geração, que está vidrada nas selfies, eu acho que eles acharão isso legal. Eles irão aderir a isso”, afirmou Bhalla. Quando os consumidores estiverem comprando na internet e chegarem ao ato do pagamento, tudo o que deverão fazer será posicionar o celular diante do rosto e tirar uma selfie. Segundo a MasterCard, a nova opção é mais fácil de ser utilizada do que as senhas, pois não precisam ser memorizadas pelo usuário.
O novo programa da MasterCard permitirá ainda certificar transações com as digitais. Inicialmente, apenas 500 consumidores terão acesso à tecnologia. Se der certo, a empresa vai liberá-la para o público. Para isso, a empresa de cartão de crédito informou ter fechado parcerias com Apple, BlackBerry, GoogleMicrosoft eSamsung. Ainda está costurando dois negócios com dois grandes bancos.
O programa funcionará somente via aplicativo da própria MasterCard. Caso o usuário seja um dos escolhidos a realizar o teste, o app perguntará se ele prefere usar a digital ou o reconhecimento facial para finalizar pagamentos online.
A partir daí, o app vai capturar imagens de um ou outro. Segundo a MasterCard, as fotos serão convertidas em código e transmitidas pela internet a elas. Já as imagens, por segurança, permanecerão nos celulares.
Segundo Bhalla, a empresa está experimentando ainda usar o tom de voz de clientes para substituir as senhas. A MasterCard atua em diversas frentes para dar fim ao uso de combinações numéricas em bancos e em compras. Uma de suas iniciativas foi investir em uma startup canadense, a Bionym, que desenvolve uma tecnologia para que os batimentos cardíacos sejam usados como senha.
Em junho, uma companhia britânica apresentou sua própria alternativa: substituir os números de 0 a 9 por 44 emojis. A Intelligent Enviromnments argumenta que a segurança seria elevada,  já que o número de combinações seria elevado para 480.